sexta-feira, 9 de agosto de 2013 0 comentários

Como uma Música Clássica

       
Quando crescemos percebemos que a vida é como uma Música Clássica, ou melhor, uma verdadeira orquestra, depende do ser humano tocar a melodia, sendo maestro incomparável condutor de cada nota musical.
 
Complicada de se explicar...
 
Mas, como maestro da vida podemos fazer escolhas, fazendo escolhas, somos livres também para escolher qual será a música que conduzirá nossa caminhada rumo ao motivo que nos trouxe à vida, “a busca da felicidade”.

Procurar a felicidade é antes de tudo, buscar um encontro consigo mesmo, amando-se, aceitando-se e respeitando-se, sem exigir do outro a perfeição.

Somos imperfeitos por natureza e reforçados pelos tropeços, pelas as notas musicais descompassadas ou pela falta de sintonia da nossa orquestra. A vida, às vezes, é vazia e esse vazio nos leva a buscar a felicidade na frieza material de adquirir “bens”, enquanto que a beleza e o prazer estão tão somente no “ser”. Ser mais gente, ser mais agradável, ser mais tolerante, ser mais amigo, ser mais solidário, ser mais companheiro e mais amável.

Buscar a essência da orquestra da vida está na disposição de um coração aberto para a lição do Mestre dos mestres: “amar a Deus antes de tudo e as pessoas como elas são”.
 
Muitos dirão: Isso é impossível!
 
Dirá o Mestre dos sonhos: “Para os homens é impossível, mas não para Mim, Deus, porque para Deus todas as coisas são possíveis”.

É preciso acreditar e a vida tornar-se-á uma orquestra capaz de entoar a mais bela de todas as melodias.
 

Devemos aprender a olhar o mundo com os olhos de uma criança. Dar valor as pequenas coisas e parar de reclamar do desnecessário. Não sinta vergonha em dizer o que sente e pensa, muito menos de ser você mesmo(a). Não olhe tudo com malícia, e se cure rápido como uma criança que caí, rala o joelho e mesmo que uma lágrima escorra dos teus olhos, ela levanta e continua brincando, correndo e rindo de tudo…
 
Sabe, por mim, nesse aspecto, ninguém deveria crescer nunca… talvez o mundo seria um lugar muito melhor assim.

San Bezerra  
quinta-feira, 8 de agosto de 2013 0 comentários

Jesus era ... PERIPATÉTICO

"Numa das empresas em que trabalhei, eu fazia parte de um grupo de treinadores voluntários. Éramos coordenados pelo chefe de treinamento, o professor Lima, e tínhamos até um lema: 'Para poder ensinar, antes é preciso aprender' (copiado, se bem me recordo, de uma literatura do Senai).


Um dia, nos reunimos para discutir a melhor forma de ministrar um curso para cerca de 200 funcionários. Estava claro que o método convencional - botar todo mundo numa sala - não iria funcionar, já que o professor insistia na necessidade da interação, impraticável com um público daquele tamanho.

Como sempre acontece nessas reuniões, a imaginação voou longe do objetivo, até que, lá pelas tantas, uma colega propôs usarmos um trecho do Sermão da Montanha como tema do evento. E o professor, que até ali estava meio quieto, respondeu de primeira. Aliás, pensou alto:

- Jesus era peripatético. 

Seguiu-se uma constrangida troca de olhares, mas, antes que o hiato pudesse ser quebrado por alguém com coragem para retrucar a afronta, dona Dirce, a secretária, interrompeu a reunião para dizer que o gerente de RH precisava falar urgentemente com o professor. E lá se foi ele, deixando a sala à vontade para conspirar.

- Não sei vocês, mas eu achei esse comentário de extremo mau gosto - disse a Laura.
 
- Eu nem diria de mau gosto, Laura. Eu diria ofensivo mesmo - emendou o Jorge, para acrescentar que estava chocado, no que foi amparado por um silêncio geral.
 
- Talvez o professor não queira misturar religião com treinamento - ponderou o Sales, que era o mais ponderado de todos. - Mas eu até vejo uma razão para isso...
 
- Que é isso, Sales? Que razão?
 
- Bom, para mim, é óbvio que ele é ateu.
 
- Não diga!
 
- Digo. Quer dizer, é um direito dele. Mas daí a desrespeitar a religiosidade alheia...
 
Cheios de fúria, malhamos o professor durante uns dez minutos e, quando já o estávamos sentenciando à fogueira eterna, ele retornou. Mas nem percebeu a hostilidade. Já entrou falando:
 
- Então, como ia dizendo, podíamos montar várias salas separadas e colocar umas 20 pessoas em cada uma. É verdade que cada treinador teria de repetir a mesma apresentação várias vezes, mas... Por que vocês estão me olhando desse jeito?
 
- Bom, falando em nome do grupo, professor, essa coisa aí de peripatético, veja bem...
 
- Certo! Foi daí que me veio a idéia. Jesus se locomovia para fazer pregações, como os filósofos também faziam, ao orientar seus discípulos. Mas Jesus foi o Mestre dos Mestres, portanto a sugestão de usar o Sermão da Montanha foi muito feliz. Teríamos uma bela mensagem moral e o deslocamento físico... Mas que cara é essa?... Peripatético quer dizer 'o que ensina caminhando'.
 
E nós ali, encolhidos de vergonha.
Bastaria um de nós ter tido a humildade de confessar que desconhecia a palavra que o resto concordaria e tudo se resolveria com uma simples ida ao dicionário. Isto é, para poder ensinar, antes era preciso aprender. Finalmente, aprendemos. Duas coisas. A primeira é:

O fato de todos estarem de acordo não transforma o falso em verdadeiro.

E a segunda é que a sabedoria tende a provocar discórdia, mas a ignorância é quase sempre unânime."

(Max Gehringer)

 
quinta-feira, 1 de agosto de 2013 0 comentários

Agosto... de Deus

Que agosto seja muito doce.  Que agosto seja leve; que seja lindo; que seja pleno. Que traga mais fé, surpresas muito boas, momentos gostosos com pessoas que amamos e esperança para seguir mais um mês em frente. Seja muito bem-vindo Agosto!!!

 
 
San Bezerra
 
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