
Quando
crescemos percebemos que a vida é como uma Música Clássica, ou melhor, uma
verdadeira orquestra, depende do ser humano tocar a melodia, sendo maestro incomparável condutor de cada nota musical.
Complicada
de se explicar...
Mas,
como maestro da vida podemos fazer escolhas, fazendo escolhas, somos livres
também para escolher qual será a música que conduzirá nossa caminhada rumo ao
motivo que nos trouxe à vida, “a busca da felicidade”.
Procurar a felicidade é antes de tudo, buscar um encontro consigo mesmo, amando-se, aceitando-se e respeitando-se, sem exigir do outro a perfeição.
Somos imperfeitos por natureza e reforçados pelos tropeços, pelas as notas musicais descompassadas ou pela falta de sintonia da nossa orquestra. A vida, às vezes, é vazia e esse vazio nos leva a buscar a felicidade na frieza material de adquirir “bens”, enquanto que a beleza e o prazer estão tão somente no “ser”. Ser mais gente, ser mais agradável, ser mais tolerante, ser mais amigo, ser mais solidário, ser mais companheiro e mais amável.
Buscar a essência da orquestra da vida está na disposição de um coração aberto para a lição do Mestre dos mestres: “amar a Deus antes de tudo e as pessoas como elas são”.
Muitos dirão: Isso
é impossível!
Dirá o
Mestre dos sonhos: “Para os homens é impossível, mas não para Mim, Deus, porque
para Deus todas as coisas são possíveis”.
É preciso acreditar e a vida tornar-se-á uma orquestra capaz de entoar a mais bela de todas as melodias.
Devemos aprender a olhar o mundo com os olhos de uma criança. Dar valor as pequenas coisas e parar de reclamar do desnecessário. Não sinta vergonha em dizer o que sente e pensa, muito menos de ser você mesmo(a). Não olhe tudo com malícia, e se cure rápido como uma criança que caí, rala o joelho e mesmo que uma lágrima escorra dos teus olhos, ela levanta e continua brincando, correndo e rindo de tudo…
Sabe,
por mim, nesse aspecto, ninguém deveria crescer nunca… talvez o mundo seria um
lugar muito melhor assim.
San
Bezerra