terça-feira, 18 de setembro de 2012 1 comentários

Não seja Alice

 
 Alice saiu saltitante pelo País das Maravilhas e logo que encontrou o gato disse a ele que estava perdida. Ele, em seguida, perguntou: "para onde você vai?" Sem obter uma resposta da menina, o animal explicou uma simples, mas verdadeira, teoria: "se você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve" .
 
Em minhas reflexões sobre essa história percebi que o grande problema de Alice não era ter em suas mãos duas informações importantes: o lugar onde estava e aonde gostaria de chegar. Porém, se parar para pensar, perceberemos que o maior problema vivido por Alice era o "qualquer caminho" que ela pretendia trilhar. O grande risco, na verdade, não esta na escolha em si, mas no "caminho", no fato de que  "qualquer caminho"  muitas vezes não tem rumo, pode ser um engano, não levar a lugar nenhum e, ainda, tornar-se uma grande armadilha, tanto na vida social quanto na espiritual (João 14:6). Pense nisso!
Hoje em dia vivemos muito a cultura do "seja o que Deus quiser...", e o homem ou a mulher que não possui alvos/metas definidos, anunciados e nem trabalha por eles, não progride; vive como Alice, perdido, sem saber o que quer e para onde vai. E isso é mais comum do que se pode imaginar, atinge diversas áreas da vida de muita gente, inclusive, a profissional. Porém, é preciso acabar com esse mal, para se tornar uma pessoa mais produtiva, feliz, realizada, com êxito e, principalmente, aumentar as chances de sucesso e alcançar suas metas e objetivos em qualquer  área. Então, vamos ao Plano de Ação para mudar o rumo dessa história:
 1ª Etapa
1) Avalie sua situação, o "onde você esta" -  Liste as 5 coisas que mais te motivaram e as 5 que menos te despertam interesse. Depois, coloque no papel os resultados que já alcançou com sua atual forma de agir ou  seu  modelo de "trabalho" e, por fim, confira item por item da lista; avalie se esta satisfeito e pense no que precisa fazer para seguir em frente  -  ou seja: pare, respire e se auto analise.
2) Defina aonde quer chegar - Nessa etapa, ser detalhadamente preciso é fundamental. Procure atividades que te desafiem, que causem desconforto. Aqui, pode constar uma simples meta pré-determinada por seus líderes, ou em suas aspirações individuais. Porém, principalmente, crie uma causa para defender. Por que isso? Porque quando superamos desafios nos aprimoramos, amadurecemos  e subimos mais um patamar na escada do sucesso. Solucionado os dois problemas vivenciados também por Alice, já podemos dar sequência ao projeto de fim da Síndrome. Para isso creio que seja necessário a utilização de duas eficientes ferramentas.
2ª Etapa
A Primeira ferramenta chama-se "OQCQ" - diz respeito às perguntas fundamentais para qualquer decisão que precisamos tomar: O que, Quando, Como, Como e Quem. Em outras palavras: "o que cê quer??"
A Segunda ferramenta : "visões externa e interna  - analisa o cenário interno (balanço das forças e fraquezas) e o externo (avaliação das oportunidades e ameaças). 
3ª Etapa
Trace suas metas de forma clara e objetiva. Elas precisam ser palpáveis e mensuráveis.  Faça as seguintes perguntas: Quais as estratégias serão utilizadas? Em quanto tempo desejo que isso aconteça?  As metas devem ser visíveis, devem estar escritas e registradas num papel, para que a nossa mente seja tomada por elas!! Devemos apresentá-las a Deus e orar por essas metas que estão escritas. Suas metas devem ser realistas, mas que expressem a sua fé!! Não é sábio estabelecer metas que "não precisem de Deus" para serem cumpridas! Porque, senão, a glória será sua e não d'ELE, entende!?
 
Feito isso, reúne-se em mãos todas as informações necessárias para se concluir onde se esta, para onde se quer ir e quando chegará, e para que.  Somente desta forma teremos aniquilado de vez a Síndrome de Alice, e aumentaremos considerávelmente as chances de alcançar a meta e o alvo estabelecido para realização de sonhos.
 Então: Não desista!! Lute, prossiga para o Alvo, estabeleça suas Metas, visualize seus sonhos!!
San Bezerra
quarta-feira, 12 de setembro de 2012 0 comentários

Sen​do filtrado pelas clássicas II

 
Executivos conversandoEm outra oportunidade postei aqui algumas dicas para entrevistas e, mais do que uma trajetória profissional brilhante e um currículo impecável, é preciso ter jogo de cintura e uma boa dose de franqueza. Assim, é bem válido sabermos a verdadeira intenção das perguntas que são feitas durante uma entrevista de emprego e quais as melhores maneiras para respondê-las. 

"5. Quais seus principais fracassos?
Aqui a proposta do recrutador é entender como você reage diante de situações difíceis. Por isso, não tenha medo de relatar os problemas que você já enfrentou em outros empregos. Foque, contudo, na maneira como conseguiu driblar as dificuldades e nas lições que tirou de cada situação. A, ideia, segundo os especialistas é tentar mostrar que os fracassos, no fim, contribuíram pra seu amadurecimento na carreira.

6. Quais seus pontos fortes?

Elencar as próprias qualidades nem sempre é uma tarefa fácil. No entanto, saber falar sobre isso de uma maneira elegante é essencial durante uma entrevista de emprego. Lembre-se que este é o momento para mostrar ao recrutador que você tem as características necessárias para o cargo em questão. Contudo, cuidado para não cair no narcisismo vazio. "Ele precisa mostrar exemplos práticos dessas qualidades", afirma Priscila.

7. Que pontos em seu comportamento ainda precisam ser desenvolvidos?

Para responder a tradicional pergunta sobre defeitos, boa parte dos candidatos recorrem ao macete clássico de se definir como um profissional perfeccionista. "Todo mundo quer transformar uma qualidade excessiva num defeito", afirma Priscila.

Segundo ela, diante desse clichê, os recrutadores logo ficam com um pé atrás. Agora, se você realmente é perfeccionista, a dica é dar um exemplo prático que prove essa característica. E, para mostrar que está sendo sincero, conte sobre outro defeito. Mas, cuidado para não dar um tiro no pé. "Escolha uma questão que não atrapalhe muito sua eficiência no trabalho e contextualize", diz Priscila.
 
8. Quais são suas motivações? O objetivo do recrutador com esta questão é avaliar se o perfil do profissional é coerente com a estrutura da empresa. "Todo mundo precisa ser motivado para continuar a produzir bem", diz Priscila. E ninguém quer contratar um profissional que, em poucos meses, perca o contentamento em trabalhar. Por isso, para seu próprio bem, não tente dissimular uma resposta padrão. Seja sincero consigo mesmo e mostre qual a empresa ideal para seu perfil.

9. Conte sobre sua família? O que faz nas horas vagas?
Os recrutadores hoje já entendem que vida profissional e pessoal estão, sim, ligadas. Por isso, com essa pergunta, a proposta é entender como a rotina pessoal influencia a dinâmica durante o horário do expediente. "Conforme a pessoa fala, queremos identificar quais os valores que ela tem", explica Priscila. Segundo ela, o ponto não é tentar ser perfeito, mas mostrar como você administra os principais conflitos da vida.

10. Qual sua pretensão salarial?

A dica de Irene para esse momento da entrevista é tentar adiar ao máximo sua resposta. "Explique que o valor da sua remuneração só pode ser definido quando você entender todos os desafios do cargo", explica. Se a justificativa não pegar e o recrutador insistir em uma resposta, conte qual era seu último salário.

11. Quais seus planos para o futuro?

Neste ponto, o recrutador quer identificar se sua estratégia de carreira está alinhada ou não com o ritmo da corporação. Nem sempre, contudo, é fácil ter na ponta da língua projetos para um futuro muito longínquo. Se esse for seu caso, não se desespere. Seja sincero e mostre consistência nos planos para médio e curto prazo.

12. Por que devo contratar você?

Essa pergunta requer extrema coerência do candidato com todas as informações que passou para o recrutador durante o processo de seleção. É, neste ponto, que ganha relevância, o profissional que souber fazer o melhor marketing pessoal. "O perfil pessoal acaba determinando muito, o brilho no olho, a vontade de ainda querer fazer", diz Baccetti, da 2 GET."
 
Boa sorte!!
terça-feira, 11 de setembro de 2012 0 comentários

Sendo filtrado pelas clássicas I

Gente, eu tô gostando tanto desse negócio de blog!! Se eu podesse ficava só nisso...rsrs.
Mas a vida não é cor de rosa e adultos trabalham, porque precisam trabalhar para viver e ser útil para sociedade. Trabalhar faz parte do processo de amaurecimento de qualquer pessoa.
Passar por uma seleção de trabalho é parte do desafio. Estar aberto para o novo e se preparar emocionalmente para os desafios é uma atitude sábia. Tô de OlhO e para bom entendedor: tô na pista...rsrs
Li uma reportagem bem interessante (http://exame.abril.com.br/carreira) sobre o filtro que é realizado num processo seletivo e as perguntas mais clássicas que são feitas aos candidatos. No decorrer dessa semana irei compartilhar com vocês. Vamos encarrar?!!
 
 
 
"A entrevista é a etapa mais importante de um processo de seleção. É o momento em que, olhando nos olhos do candidato, o recrutador consegue comprovar intuições e tirar todas dúvidas possíveis. Só depois disso, ele estará apto para bater o martelo sobre a contratação ou não.

"Essa é a hora da verdade. O candidato tem que fazer de tudo para encantar o recrutador", diz Irene Azevedo, da consultoria DBM. Vencer a ansiedade e responder as expectativas do recrutador ao mesmo tempo não é tarefa fácil.

Por isso, conversamos com os principais headhunters do país para descobrir as perguntas mais tradicionais durante uma entrevista de emprego e quais as melhores maneiras para respondê-las. Confira.

1. Por que você está mudando de emprego?
Essa é a primeira pergunta entre as mais perigosas em uma entrevista de emprego. Por isso, é preciso extrema cautela para respondê-la. O candidato que decidir soltar o verbo contra o emprego anterior cai em descrédito logo de início.

"Isso soa mal. Passa a impressão de um profissional intransigente que, na primeira mudança de rota, prefere uma movimentação", afirma Eduardo Baccetti, sócio-diretor da consultoria de recrutamento 2GET.

De acordo com Priscila de Azevedo Costa, coordenadora do programa Veris Carreira da Veris Faculdades, o caminho para conversar sobre essa questão de uma maneira convincente é remeter para o atual momento de carreira e para os próprios planos para o futuro.

2. Por que você foi demitido?
Uma das principais saias justas em uma entrevista de emprego é quando o recrutador, sem nenhum pudor, busca saber o contexto em que o candidato foi desligado da empresa anterior. O assunto é delicado e exige muito jogo de cintura do candidato. A melhor estratégia, segundo os especialistas, é ser sincero. E, em alguns casos, recorrer a um tom mais eufemista.

Nesse contexto, por exemplo, "o candidato pode dizer que divergia estrategicamente do direcionamento da empresa", exemplifica Irene. Ou, "admitir que estava em um momento em que não podia contribuir totalmente para as necessidade da empresa", diz Priscila. O importante, segundo ela, é tomar cuidado para não prejudicar a própria imagem ou falar mal da companhia.
 
3. Por que quer trabalhar aqui? Não vale responder que esse era o seu sonho de infância. Por isso, é fundamental estudar sobre os valores da empresa antes da entrevista e mostrar para o recrutador que seu plano de carreira está alinhado com essa visão.

"O candidato tem que ter muita consciência das suas próprias realizações e intenções", diz Irene. "E, a partir disso, saber contar muito bem sua história".

4. Quais suas principais realizações ao longo da carreira?
Para responder a perguntas como essa, é preciso fazer uma avaliação profunda sobre sua evolução na carreira antes da entrevista. Afinal, segundo os especialistas, esse tipo de tópico demanda informações precisas sobre os fatos que tornaram seu passado profissional memorável. "Se eu não tiver resultados que suportem e comprovem meus pontos fortes, não irá adiantar nada", afirma Irene.
 
Continua....
 
 
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